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sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Coloque na sua Agenda o Dia do Grito da Tribuna Democrática

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Convite



Grito de Alerta da Tribuna Democrática!!!
Em defesa de Audiências Públicas
Metrô Freguesia, Brasilândia e Cachoeirinha



07 de Setembro

Concentração
Largo da Matriz Velha

Freguesia do Ó
Horário: 9h30
Estilo: Carreata Mob Flash


Programação
1° Grito - 10h30 -Brasilândia - imediações da Igreja Santo Antônio - Rua. Parapuã;
2° Grito - 11h30 - Cachoeirinha - Largo do Japonês;
3° Grito - 12h30 - Av Itaberaba - imediações do Sonda.

Encerramento
Previsão: 13h00

____________________________
Informações complementares

Objetivos do Grito de Alerta:
1.      Chamar a atenção da população para que fique atenta e vigilante ao tema do Metrô na região;
2.      Clamar às autoridades o direito a informações oficiais sobre ações políticas e governamentais;
3.      Sugerir à população que acompanhe mais de perto o assunto do metrô na região a fim de que esteja alerta para qualquer tentativa de desvio ou de prorrogação das intenções do governo do Estado, referente ao projeto do Metrô para a região.

Importante
Como estamos programando três atos seqüenciados, no estilo mob flash, precisamos contar com pessoas que tenham carro e que possam trazer ou oferecer carona para quem estiver no local da concentração sem transporte. Os trechos entre os três locais programados para os atos são relativamente próximos, mas não é recomendável cumpri-los à pé nesta atividade.
Por este motivo, estamos organizando uma lista especial para contemplar as pessoas que não tem carro e queiram participar do Grito de Alerta. Para realizar esse propósito com melhor qualidade é imprescindível o contato antecipado das pessoas interessadas.
O estilo Mob Flash é uma mobilização rápida, que cumpre um objetivo de registrar um alerta sobre uma determinada reivindicação social ou política, legítima, sendo recomendado que possa se dispersar rapidamente, evitando transtornos ao trânsito e à acessibilidade das pessoas.
Como ajudar e como participar?
Entre em contato com a Tribuna Democrática por e-mail (tribunanoroeste@gmail.com) e ajude na organização do Grito de Alerta. Sua opinião e a sua participação são muito importantes.

Pontos básicos argumentados nas Assembléias da Tribuna Democrática que motivam o Grito de Alerta
1. Falta definição do traçado final de implantação das linhas do Metrô na Região;
2. Falta agilização do cronograma com as etapas e calendário de obras;
3. Falta agilização da publicação do Decreto de Utilidade Pública para a construção das estações do Metrô na região;
4. Falta considerar as densidades previstas no Plano Diretor e pela Lei de Zoneamento;
5. Falta apontar no projeto de reconstrução da Ponte da Freguesia do Ó onde se dará a travessia do Metrô.
6. Há dúvidas quanto à nova proposta Lapa/Cachoerinha: será VLT ou Monotrilho?
7. Conclusão: O Governo do Estado precisa realizar Audiências Públicas referentes ao Metrô Freguesia, Brasilândia e Cachoeirinha, para esclarecer dúvidas e ouvir a população.
Nota: Provavelmente todas essas questões ou boa parte delas deverão constar do projeto Básico, Executivo e Funcional do Metrô Freguesia, Brasilândia e Cachoeirinha. Todavia, como a previsão publicada nos jornais da Cidade é de que no segundo semestre/2009 o projeto Funcional esteja pronto, as dúvidas da população poderiam e deveriam ser esclarecidas já, em Audiências Públicas. Entretanto, parece que o governo não vai fazer audiências públicas antes de concluir o projeto Funcional. Ora, se supostamente o governo já tem prontos os projeto Básico e Executivo, faltando apenas concluir o Projeto Funcional, qual a dificuldade de promover Audiências Públicas para esclarecer dúvidas e ouvir a população? A idéia da Tribuna é orientar a população para que exija que sejam realizadas imediatas Audiências Públicas sobre o tema do Metrô na região noroeste.
O que são Audiências Públicas?
Audiências Públicas são instrumentos legítimos e legais da democracia. Por meio delas, governo e população se reúnem fazendo valer a democracia representativa e participativa, conforme instrui a Carta Constitucional, onde afirma que "todo poder emana do povo..." Governos democráticos não resistem em ouvir a população. O que a população quer é tirar suas dúvidas e colaborar com o Governo do Estado e com a Prefeitura para implementar melhorias na qualidade de vida da população em geral. Através de modificações substanciais no transporte público e no sistema viário da região noroeste obter-se-á melhorias significativas para a economia local e para um desenvolvimento social sustentável.
Estrutura básica pensada para o dia
10 veículos de passeio
1 carro de som (pequeno)
3 bandeiras da Tribuna Democrática
1 Bandeira amarela simbolizando "Alerta"
50 apitos - (traga sua buzina, sua corneta ou seu apito e participe com entusiasmo).
Panfletos
2 kg de balas para distribuir às crianças e demais transeuntes;
100 bexigas amarela e verde (preferencialmente) ou só amarela para distribuir às crianças e transeuntes.
Obs: Se chover no horário previsto o Ato será automaticamente cancelado.

O que é a Tribuna Democrática?
A Tribuna Democrática é uma organização legítima da sociedade civil, que não tem personalidade jurídica por opção e pelo fato de se assentar na orientação constitucional, na qual prevê a garantia da participação popular como voz política no âmbito da democracia participativa. O foco da Tribuna são a política de Estado e as políticas públicas. Objetiva aglutinar a sociedade civil, as organizações do bem, entidades, ONGs e movimentos sociais em atividade na região, para que juntos, eventualmente, decidam estudar e debater políticas públicas, somar esforços, organizar planos coletivos e atos públicos não violentos em prol de ações governamentais estratégicas, visando a melhoraria sustentável da qualidade de vida das famílias residentes na região noroeste da Cidade de São Paulo.


Saiba mais:

Ficha técnica da Tribuna Democrática
Denominação: Tribuna Democrática de Opinião e Ação Política da Região Noroeste da Cidade de São Paulo;
Nome fantasia: Tribuna Democrática
Sigla: TD
Fundação: 19/05/2009
Endereço para Correspondência: Rua Itaquara, 155 - Itaberaba - Capital/São Paulo
Comissão Geral Executiva:
Titulares Dr. André de Souza Peixoto, Paulo César Ferreira de Oliveira, Valter Alcântara de Oliveira, João Ferreira Mota, José Ferreira de Magalhães.
Suplentes Cipriano Gomes Enoques Bispo, Anselmo Felix da Silva, Waldir dos Santos,Terezinha de Abreu.
Duração da atual gestão: De 19/05/2009 à 19/05/2010

domingo, 30 de agosto de 2009

GRITO DE ALERTA DE SETEMBRO


Grito de Alerta da Tribuna!!! Em defesa de urgentes Audiências Públicas sobre o Metrô na Brasilândia, Cachoerinha e Freguesia
07 de Setembro


Local: a definir (em debate) Horário: entre 09h30 e 13h00 Entre em contato por e-mail e ajude na organização. Sua opinião e sua participação é muito importante para a melhoria da qualidade de vida das famílias da nossa região!!! _________________________________________________________________
Objetivo do panfleto: ser instrumento de comunicação do GRITO DE ALERTA DA TRIBUNA

Objetivo do Grito de Alerta: chamar a atenção da população, para que se envolva mais na defesa e na agilização do projeto funcional, a fim de evitar que o governo desvie ou prorrogue as intenções do metrô para a região no calendário prometido na imprensa.

Motivação do ato: O projeto funcional foi prometido para o segundo semestre/2009. Se o projeto funcional for o primeiro, como é que as obras irão ser iniciadas em 2010 sem os projetos básico e executivo? Ou então, se o projeto funcional for o último, o terceiro dessa ordem: projeto básico, projeto executivo e projeto funcional, por que não realiza audiências públicas para ouvir a população e dirrimir parte das suas dúvidas? Já estamos em setembro e não há sinais de conclusão dos mencionados projetos.

Do pedido (reivindicação da Tribuna Democrática): Queremos audiências públicas sobre o metrô na região para ouvir a população e tirar dúvidas.

Observação importante. O que são Audiências Públicas? Audiências Públicas são instrumentos da democracia. Por meio dela, governo e população se reunem fazendo valer a democracia participativa, conforme instrue a carta constitucional. Um governo de fato democrático não resiste em ouvir a população. A população quer tirar suas dúvidas e colaborar com o governador José Serra da melhor maneira possível, para levar adiante a melhoria da qualidade de vida das famílias da região, através da melhora no transporte público e no sistema viário da região noroeste

METRÔ FREGUESIA/BRASILÂNDIA/CACHOEIRINHA 

Tripé político da Tribuna Democrática sobre a questão do Metrô na região Noroeste na presente etapa situacional:
 I – A demora na conclusão dos projetos e do cronograma de implantação do Metrô na região;
II – A alteração do projeto de implantação do Metrô no eixo Cachoeirinha: será VLT ou Monotrilho?
III – A falta de audiências públicas para esclarecer dúvidas e ouvir a população.

PONTOS BÁSICOS ARGUMENTADOS NAS ASSEMBLÉIAS DA TRIBUNA DEMOCRÁTICA:
1. Falta definição do traçado final de implantação das linhas do Metrô na Região;
2. Falta agilização do cronograma com as etapas e calendário de obras;
3. Falta agilização da publicação do Decreto de Utilidade Pública para a construção das estações do Metrô na região;
4. Falta considerar as densidades previstas no Plano Diretor e pela Lei de Zoneamento;
5. Falta apontar no projeto de reconstrução da Ponte da Freguesia do Ó onde se dará a travessia do Metrô. 6. Há dúvidas quanto à nova proposta Lapa/Cachoerinha: será VLT ou Monotrilho?

Nota: Certamente todas essas questões ou boa parte delas deverão constar do projeto funcional. Mas essas dúvidas poderiam e deveriam serem exclarecidas em Audiências Públicas. Entretanto, parece que o governo não vai fazer audiências públicas antes de concluir o projeto. A idéia da Tribuna é estimular a população para exigir que sejam realizadas imediatas Audiências Públicas sobre o tema. A tática é fazer da cobrança por Audiências Públicas um instrumento capaz de forçar a agilização da conclusão do projeto funcional. Uma tese, a de setores do governo, diz que só será possível ouvir a população depois do projeto funcional concluído. Outra tese, a de setores da população, entende que a conclusão do projeto funcional vai impedir que a população apresente possíveis ajustes ou reajustes na redação final do projeto funcional. Para a Tribuna a orientação pode ser técnica, mas a decisão será política. A voz da Tribuna, a tese da Tribuna, tem que ser a tese popular, a voz popular. O Grito de Alerta da Tribuna sobre o Metrô na região tem que ser o grito em defesa de urgentes Audiências Públicas para exclarecer dúvidas e ouvir a população. O panfleto para o Grito de Alerta da Tribuna Democrática sobre o Metrô tem que botar foco no clamor pela realização de Audiências Públicas. Se o governo não tem nada a esconder, se não tem intenção de mudar de opinião sobre as promessas prometidas, não tem porque temer, prorrogar ou não aceitar realizar Audiências Públicas. O panfleto do Grito de Alerta da Tribuna tem que dizer: "Governador José Serra a população quer Audiências Públicas urgentes sobre o Metrô na Brasilândia, Na Cachoerinha e na Freguesia do Ó"!

terça-feira, 25 de agosto de 2009

EIXOS ESTRUTURAIS QUE NORTEIAM A TRIBUNA NO DEBATE SOBRE O METRÔ

DEBATE SOBRE O METRÔ FREGUESIA/BRASILÂNDIA/CACHOEIRINHA I – A demora na conclusão dos projetos e do cronograma de implantação do Metrô na região; II – A alteração do projeto de implantação do Metrô no eixo Cachoeirinha III – A falta de audiências públicas para esclarecer dúvidas e ouvir a população. PONTOS BÁSICOS ARGUMENTADOS NA TRIBUNA 1. Falta definição do traçado final de implantação das linhas do Metrô na Região; 2. Falta agilização do cronograma com as etapas e calendário de obras; 3. Falta agilização da publicação do Decreto de Utilidade Pública para a construção das estações do Metrô na região; 4. Falta considerar as densidades previstas no Plano Diretor e pela Lei de Zoneamento; 5. Falta apontar no projeto de reconstrução da Ponte da Freguesia do Ó onde se dará a travessia do Metrô. São Paulo, 22.08.2009

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Grito de Alerta Metrô Freguesia!!!

REFLEXÃO A Tribuna Democrática (TD) tem refletido sobre o que fazer em termos de mobilização popular para estender ou ofertar maior e melhor visibilidade às plataformas da Tribuna na região noroeste.
Em face ao contraponto natural existente, no concernente ao assunto do Metrô na Freguesia do Ó, na dualidade entre, respeitosamente, a agenda política governamental (Governo José Serra/Dep. Estadual Celino/Vereador Claudinho de Souza) e a agenda política de dúvidas da sociedade civil (Fórum do Metrô/TD/ etc.), a Tribuna sugeri uma analise "sobre" o assunto e não "pelo". Temos de refletir tanto sobre o objeto quanto sobre o processo e a política que o engloba. Sendo assim, a comunidade local deve pensar de modo sistematizado e consistente à respeito das promessas e das dúvidas referentes ao Metrô Freguesia do Ó e região.
O entendimento da TD sobre o que vem sendo aprofundado pela imprensa consoante ao tema abordado, indica controversias que precisam ser esclarecidas com ações e fatos, de modo a sobressair às palavras e discursos amiúdes. O Metrô Freguesia/Cachoeirinha/Brasilândia é importante para a região noroeste paulistana. Essa pauta interessa também ao Governador José Serra, sobretudo em face do embate eleitoral de 2010 e da sua continuidade no cenário político nacional.
A bandeira do Metrô, nesse caso, é assunto de interesse tanto do Governador José Serra como da população local. No entanto, uma série de dúvidas sobre o tema persistem no seu entorno. Nessa abordagem a Tribuna pretende elaborar um relatório político consistente sobre o tema do Metrô na Freguesia, como plataforma de opinião popular, com o intuíto de somar esforços que possam evitar a ocorrência de desvio ou de prorrogação das intenções entre o "dito" e "o que poderá vir a ser feito" pelo Governo do Estado de São Paulo no concernente ao Metrô na Freguesia e região. Como método inovador para ser utilizada pela TD nas ações de rua, uma boa sugestão a ser estudada é a forma "Flash Mob". Trata-se de uma mobilização rápida composta por uma concentração de pessoas em lugares públicos. O Flash Mob pode ser intercalado com uma ação inusitada, planejada com antecedência, podendo ser dispersada em minutos para dar um efeito cascata ou dominó, como se pipocasse em lugares alternados, carecendo mais de frequência e de incidência do que de volume quântico. A idéia a ser ofertada à TD na próxima Assembléia, prevista para ser realizada dia 22/08/2009 é essa: organizar um Flash Mob para chamar atenção da população sobre algumas inconsistências que rondam as promessas políticas governamentais sobre o plano do Metrô para a Freguesia do Ó e região. A sugestão chave é fazer o lançamento do panfleto "Grito de Alerta Metrô Freguesia" no dia 07 de setembro, que é o dia da Independência e o dia "Grito dos Excluídos". A idéia é gritar para não ser excluído de vir a ter de fato o Metrô na Freguesia e região. O objetivo dessa proposta é chamar atenção da população para o debate que os representantes governamentais ainda não fizeram e que a sociedade civil da região carece aprofundar sobre o Metrô Freguesia. A fim de evitar supostos desvios ou prorrogação de intenções futuros. Uma delas, por exemplo, que dever servir de alerta, diz respeito ao fato da promessa ter sido anunciada em um ano eleitoral (2008) para ser iniciado em outro ano eleitoral (2010) e com conclusão anunciada para 2014 que será ano de Copa do Mundo e de eleições gerais. A região deve lembrar que se o Governador José Serra for eleito em 2010, como as pesquisas hoje indicam, sua meta de releição será 2014. Além do mais o discurso de que 2014 é ano de Copa do Mundo diz pouca coisa sobre a região noroeste paulistana, onde inexistem estádios de futebol que pudessem servir de atrativo estratégico. Ou seja, se a sociedade local baixar a guarda sobre esse tema, correr-se-á um risco da promessa esmaecer. O projeto Metrô Freguesia é bom para a região noroeste e também é para os propósitos políticos e eleitorais do Governador José Serra. Deve ficar claro, entretanto, que a TD não tem discordância quanto ao méritos administrativos, políticos e eleitorais do governador José Serra, mas entende que a questão do Metrô é estratégica para o desenvolvimento e a melhoria da qualidade de vida na região. Dessa bandeira a Tribuna Democrática não abrirá mão e não vacilará quanto à sua posição política em favor dos interesses da população em geral.

domingo, 7 de junho de 2009

Metrô Freguesia/Brasilândia/Cachoerinha: Promessa e Confusão

Pessoal, recebemos no e-mail da Tribuna, uma notícia, que abaixo transcrevemos para vcs, apontando que a questão do Metrô/Freguesia encontra-se num enrosco governamental. Vira e meche eles mudam de plano... O assunto já tá caindo num disse-me-disse que alimenta desconfiança e nos deixa preocupados. Precisamos ficar alertas para não sermos enganados com um Metrô virtual, como aconteceu com a promessa eleitoral do "Fura-Fila" do Pitta/Maluf. O Fura-Fila a gente só viu na TV. Será que sobre o Metrô Freguesia isso também poderá acontecer? Não nos esqueçamos que maquetes virtuais não podem mais ser usadas em programas eleitorais, mas fora das eleições essa propagandas são livres. Aí é que talvez, como diz o dito popular, a coisa pode pagar. Por enquanto, a telinha aceita tudo e nossos ouvidos, até certo ponto, também. A população da nossa região não pode deixar isso acontecer. O Fórum Pró-Metrô deve estar atento e para isso poderá e deverá construir uma agenda de vigilância, de alerta e de denúncia se perceber desvios de intenções. O Fórum não deve se inclinar ao discurso do governo. O discurso do Fórum deve ser o discurso da Sociedade Civil. É preciso ficar vigilantes e exigir protocolo de compromisso com o governo do Estado, pois corre-se o risco dessa história repetir-se como farsa. O Metrô é bom para o desenvolvimento da nossa região e é também bom para os projetos eleitorais do governo Serra e do PSDB, questões em que não temos desacordo, pois nós queremos o METRÔ, não importa qual seja a gestão executora. Essa tem que ser a nossa exigência: o Metrô faz parte de uma luta histórica na nossa região e é imprescindível para o desenvolvimento econômico e social da região noroeste paulistana. Isso é o que importa, ponto. Nosso grito de alerta se motiva porque “continua a confusão do Governo em relação a nova linha do metrô para a região da Freguesia do O, Cachoeirinha e Brasilandia. A nova noticia sobre alterações a um projeto de uma nova linha aumenta a confusão a respeito. É fácil entender uma linha ligando a Brasilandia ou a cachoeirinha cortando a linha atual na barra funda, ou numa nova estação na altura da praça Cornélia e atual estação de trem próxima, e seguindo ou procurando atender ao transito caótico da av. Faria Lima até a estação conceição do metro, faria sentido. Mas a confusão começou quando falaram que na verdade esta nova linha também convergiria para o centro até a estação são Joaquim... Oras bolas já têm interligação na sé, agora na república e luz, quando nem seria necessário convergir para o centro se a linha já cortaria uma outra na zona oeste. Na realidade atualmente existe um gargalo nestas regiões dos bairros da freguesia do o, cachoeirinha e Brasilandia em todos os sentidos, tanto por falta de amplas avenidas escoando o transito, falta de metro e pior ainda sequer conta com boas linhas de ônibus, porque vivem lotados, atrazam, e os problemas são inúmeros, nas ligações dos bairros com a estação do metro Barra Funda. Algo precisa ser feito urgente para melhorar toda esta região entre o lado noroeste da zona norte e também da zona oeste. E esta futura linha passaria pela av. Inajar de Souza ou Edgar Facco ? Mesmo que a linha não prossiga até a estação conceição ou mesmo são Joaquim devido aos custos ao menos ela precisa acontecer neste trecho interligando estes bairros periféricos a estação Barrra funda ou lapa ou uma outra entre as duas. Esta região periférica precisa urgente de investimentos na melhoria porque caso contrário ainda poderá gerar enormes problemas futuros devido aos bolsões de exclusão social e ocorrem assaltos inclusive nos ônibus destas linhas. Trata-se de regiões pouco assistidas pelo Estado quanto a infraestrutura em geral. O mais incrível é que estamos ouvindo desde 1995 que finalmente esticariam a linha de metro da barra funda até a lapa que seria ainda mais fácil porque já existe tudo no jeito porque tem a linha do trem e espaço no jeito, do mesmo modo que chegou do centro até a barra funda e, no entanto até agora nada aconteceu, e o metro já poderia estar chegando a vila Leopoldina interligando com a atual linha da marginal pinheiros, seguindo até Osasco e ainda poderia também interligar a partir da lapa pela atual linha de trem para Pirituba e outros bairros da zona oeste. Agora ouvi falar que transformaram esta linha de trem da marginal pinheiros em metro trem, algo assim, mas sequer entendemos porque ao invés dela vir diretamente até a vila Leopoldina e interligar com a linha que vem para o metro barra funda, primeiro vai para Osasco obrigando a uma baldeação e retorno novamente para são Paulo... Parecem que gostam de complicar. E além do mais quem é deficiente continua tendo problemas nas estações de trem todas e mesmo nestas da marginal pinheiros com enormes escadas para subir e descer. Esta linha interligando os bairros da zona norte como cachoeirinha, freguesia do o e Brasilandia poderia também além de cortar a atual linha de metro na barra funda ou entre esta estação e a da lapa, na altura da praça Cornelia, poderia estender-se até o metro vila madalena interligando as duas linhas na ponta ao invés de todas jogarem todos no centro da cidade. A lógica para melhorar o transporte da capital certamente passa por completar a malha de metro amplamente em são Paulo e grande São Paulo. E isto passaria além das linhas atuais todas esticar linhas de metro até o abc, Osasco, Guarulhos e aeroporto, Mogi e Suzano, Itapecerica e Embu, esta região da zona sul envolvendo o aeroporto até a represa Biblings , outra linha até a região de santo amaro, ainda outra realmente até perus ou Jundiaí, ainda outra até Mairiporã e Atibaia, e além destas todas uma outra interligando todas estas contornando todo o anel do centro expandido que são as marginais tiete e pinheiros, a av. bandeirantes, a Tancredo neves e Anhaia de melo e sara Maluf. E o governo pode conseguir investimentos para estas linhas bastando conceder os espaços das estações para grupos construírem shopings e espaços comerciais, além de estacionamentos. Governo transforma trecho da futura linha 6 em metrô leve Secretaria desiste de bifurcação na Freguesia do Ó e inclui nova linha, desta vez de superfície, com trens e custos menores; é a segunda alteração no projeto” RICARDO SANGIOVANNI JOSÉ ERNESTO CREDENDIO DA REPORTAGEM LOCAL Pela segunda vez em menos de um ano e meio, o governo de São Paulo alterou o projeto da linha 6-laranja do metrô, que pretende ligar o centro à zona norte da cidade passando por parte da região oeste e pela Freguesia do Ó. O Estado desistiu de fazer uma bifurcação a partir da futura estação Freguesia do Ó. Anunciada em dezembro, ela dava à linha um formato em "Y" (inédito na cidade) e levava o metrô a dois bairros periféricos: Brasilândia e Vila Nova Cachoeirinha. Agora, a linha 6-laranja, de fato, irá da Brasilândia até a estação São Joaquim da linha 1-azul, na região central. A "perna" do "Y" que seguiria em direção à Vila Nova Cachoeirinha foi transformada em uma nova linha, a 16-prata. Ela será um metrô leve (de superfície, com trens menores e de construção mais barata) e irá até a estação Lapa da linha 7-rubi (Jundiaí-Luz) da CPTM, cruzando a futura linha 6. O trajeto da linha 16-prata é semelhante ao proposto pela ex-prefeita Marta Suplicy (PT) nas eleições do ano passado -que foi criticado pela gestão José Serra (PSDB). O governo não comentou esse assunto. O cronograma de construção da linha 6 foi mantido: início das obras no último trimestre de 2010, com conclusão no primeiro semestre de 2013. O custo, antes estimado em R$ 2 bilhões, não foi atualizado. Já a linha 16-prata, cuja primeira versão do projeto deve sair até o final deste ano, ainda não tem custo estimado nem prazo para sair do papel. Segundo especialistas, a opção pelo metrô leve pode reduzir pela metade o investimento necessário para o subterrâneo, cujo preço por quilômetro vai de US$ 60 milhões a US$ 100 milhões. Por outro lado, a depender do trajeto, pode implicar mais desapropriações. Um recurso é a construção de vias elevadas (como no Fura-Fila), que podem ter impacto negativo na paisagem se usadas em excesso, dizem urbanistas. VAI E VEM O projeto da linha 6 foi lançado por Serra e pelo prefeito Gilberto Kassab (DEM) em evento em março do ano passado -pouco após o trânsito da cidade ter batido seguidos recordes de congestionamentos. Originalmente, ela ia da Freguesia do Ó a São Joaquim. Em dezembro, em novo evento, Serra e Kassab anunciaram o "Y" que expandiria a linha. Ontem, a Secretaria dos Transportes Metropolitanos negou que os anúncios anteriores tenham sido precipitados. Segundo a pasta, a nova alteração foi definida após técnicos avaliarem que a demanda de passageiros até Vila Nova Cachoeirinha não justifica a opção por metrô subterrâneo. Optou-se, então, pelo metrô leve, que, mesmo tendo metade da capacidade do tradicional, será suficiente para atender a região. A pasta não quantificou a demanda de passageiro projetada para cada uma das linhas."