Por Paulo Cesar de Oliveira
No programa eleitoral gratuíto na TV, do candidato ao governo do PSDB), Geraldo Alckmin, na noite de ontém (17/09/2010), foi mencionado projetos para ampliação das linhas de Metrô em São Paulo. no entanto, nada foi dito sobre o Metrô na região noroeste da Capital. O candidato Alckmin falou enfaticamente da linha 5, mas sobre as linha 6 e 16 nada foi dito.
Não queremos ser pessimista, mas não dá pra fingir que não estamos vendo o óbvio: O alarde do Metrô na região noroeste (Brasilândia e Cachoeirinha) ainda não passou de promessas... Talvez não passe, infelizmente, à curto ou médio prazo, de mentiras políticas... De apenas promessas eleitorais.
Vai acontecer um dia, claro. Vamos ter Metrô passando pela Freguesia, indo, talvez, do centro até a Brasilândia e da Lapa até a Cachoeirinha, mesmo porque a Cidade cresce e se desenvolve, e a região noroeste é parte estratégica de São Paulo. Mas parece que só vai acontecer mesmo é dentro dos planos do Projeto Pitu, que desde os tempos de Mário Covas já previa o Metrô na Freguesia até 2020, ou com atrasos até 2025.
O Grito de Alerta que a Tribuna Democrática ecoou na região no 7 de setembro de 2009, chamava atenção para esse ponto: a população da região noroeste deveria ficar vigilante para que as promessas do Metrô linhas 6 (laranja) e 16 (prata) não se transformasse em fumaça eleitoral. Infelizmente parece que é isso que está acontecendo outravez.
No horário eleitoral gratuíto na TV na noite de ontém, as linhas 6 e 16 não foram incluídas nos planos do candidato Geraldo Alckmin, que lidera as pesquisas de intenção de voto para governador, com forte probabilidade de ser eleito no primeiro turno, no dia 03 de outubro/2010.
Em 16 anos com PSDB governando o nosso estado, foram construídos menos de 1 quilômetro de extensão de metrô ao ano. Esse desempenho é vergonhoso. São Paulo merece mais investimentos e rapidez no planejamento viário, com toda ênfase para ferrovias e metrô.
Na propaganda de televisão, utilizando ilusões tecnológicas, as obras do Metrô transmitem uma idéia de volume, grandeza e suficiência. Mas na verdade, quando olhamos a quantidade de passageiros abarrotados nas estações constatamos que faltaram planejamento e empenho para solucionar o problema.
Contudo, em termos partidários é fácil perceber o quanto o tema Metrô tenha se tranformado em iscas eleitorais. Pois em 16 anos de governabilidade no Estado, se tivesse havido vontade política, eficiência e eficácia administrativa, o PSDB deveria ter feito mais do que diz que fez. Poderia ter avançado no mínimo o dobro do que construiu.
O Metrô como mercadoria de marketing eleitoral em São Paulo ganhou força nas eleições de 2008, avançou para as eleições de 2010 e parece que perpassará às eleições de 2012, 2014, 2016 até provavelmente as eleições de 2020, data indicativa projetada no antigo projeto Pitu, onde lá atrás, com Mário Covas, foi previsto a construção do Metrô na Freguesia do Ó.
Certamente você ainda não viu o tema do Metrô para a nossa região incluída na propaganda eleitoral do candidato que mais tem chances de ser eleito governador por São Paulo. Sabemos que vamos votar. E muitos de nós já temos até em quem vamos votar para presidente, governador, senadores, deputado estadual e deputado federal. Mas parece que ainda não será desta vez que o Metrô para a nossa região receberá o voto da prioridade política e administrativa dos nossos eleitos.
Precisamos compreender que votamos em pessoas para sermos votados com políticas públicas, mas nem sempre isso acontece como queremos ou coletivamente reivindicamos. Ainda nos falta firmeza e maior ousadia como atores da democracia participativa para dizermos juntos: basta! Chega de mentiras e promessas! Partidos, cumpram suas promessas para que não lhes esqueçamos nas urnas.
Coordenação Executiva da
TRIBUNA DEMOCRÁTICA DE OPINIÃO POLÍTICA DA REGIÃO NOROESTE DA CAPITAL/SP.
Mostrando postagens com marcador Freguesia do Ó. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Freguesia do Ó. Mostrar todas as postagens
sábado, 18 de setembro de 2010
VOCÊ VIU SE O PROGRAMA ELEITORAL DO PSDB NA TV MENCIONOU O METRÔ NA REGIÃO NOROESTE? NÃO? NEM EU!
terça-feira, 22 de junho de 2010
AILTON BARROS FAZ SUGESTÕES DE TEXTO AO GT DE TRANSPORTES E INFRA-ESTRUTURA URBANA DA TRIBUNA DEMOCRÁTICA
A TRIBUNA DEMOCRÁTICA DE OPINIÃO POLÍTICA E O SEU OLHAR SOBRE O DESENVOLVIMENTO URBANO DA REGIÃO NOROESTE COM EQUILÍBRIO E JUSTIÇA SOCIAL.
Por Ailton Barros
Ao debruçarmo-nos sobre o parapeito das janelas de nossas casas, deparamo-nos com um emaranhado de arranha-céus que desnudam uma complexa paisagem suburbana, denunciando o rápido desenvolvimento obtido pela Região Noroeste na última década.
Porém, esse desenvolvimento que não ocorreu expontâneamente, sendo fruto da luta das entidades e movimentos sociais com atuação na região, se deu de forma desordenada, sem planejamento, criando algumas ilhas de Excelência e inúmeros bolsões de miséria.
Ocorre que a Região Noroeste tem infra-estrutura instalada prevista para receber um crescimento e desenvolvimento horizontal e não um crescimento vertical como o que tem ocorrido mais recentemente.
É preciso corrigir e reordenar de forma planejada as ações e intervenções urbanísticas realizadas e as que vierem a ocorrer, objetivando garantir a instalação da infra-estrutura necessária, afim de evitar um colapso com forte impacto ambiental, como o que hoje já vêm acontecendo com o estrangulamento do sistema viário regional.
Estão sendo previstas intervenções urbanas de vulto na Região Noroeste como a implantação da Linha 6 e 16 do Metrô, respectivamente São Joaquim/Brasilândia e (Lapa/Cachoeirinha); a construção do Pólo de Eventos de Pirituba e a implantação do eixo norte do Rodoanel, que num olhar futurista vão proporcionar grandes modificações no seu desenvolvimento, o que por si só, faz por merecer seja implantada uma Operação Urbana Noroeste afim de essas intervenções sejam planejadas dentro de uma visão de cidade.
A Tribuna Democrática através dos integrantes da sua Comissão de Política Urbana participou de todas as plenárias relativas à discussão da revisão do Plano Diretor Estratégico realizadas em nossa região.
No geral essas audiências públicas foram muito concorridas, tendo uma expressiva participação de entidades e lideranças regionais, onde foram apresentadas diversas propostas relativas à implementação de políticas públicas para a nossa região.
As propostas de cunho mais abrangente apresentadas foram a implantação de via expressa ligando a diagonal oeste/norte da Avenida Rimundo Pereira de Magalhães à Avenida Braz Leme; a duplicação da Avenida Deputado Cantídio Sampaio; a extensão da Avenida Inajar de Souza até a confluência com trecho norte do Rodoanel; implantação do Terminal de Ônibus Brasilândia; revitalização e readequação do viário na confluência da Avenida João Paulo I com a Avenida Itaberaba; Construção do Hospital Municipal de Perus.
Uma questão bastante discutida e muito salientada em todas as audiências públicas foi a manutenção das 4 (quatro) Macroáreas constantes do atual Plano Diretor vigente acrescida da Macroárea de Proteção Ambiental.
No entendimento da Tribuna Democrática, a atual divisão do território em Macroáreas permite uma melhor divisão territorial do espaço físico, facilitando obter uma melhor radiografia do território, a saber: Macroárea de Urbanização Consolidada ( áreas onde deve ser feita apenas manutenção); Macroárea de Urbanização em Consolidação (áreas onde deve ser feitas intervenções pontuais); Macroárea de Urbanização e Qualificação (áreas onde deve ser feita intervenção urbana global); Macroárea de Reestruturação e Qualificação (áreas degradadas que devem ser intervenção especial de modo que sejam revitalizadas); Macroárea de Proteção Ambiental (área de contenção da expansão urbana afim de garantir a preservação dos mananciais).
Para finalizar não podemos deixar de lado os problemas sociais que já avultam na região como o crescimento desmedido da especulação imobiliária que ameaça expulsar parte dessa população que deveria se beneficiar dos melhoramentos que estão sendo implantados e do crescente número de moradores em situação de rua, o que nos obriga a ter um olhar para essas questões que devem ser tratadas com o cuidado que elas merecem, pois o desenvolvimento da nossa região pressupõe inclusão e não exclusão.
A Tribuna Democrática de Opinião Política da Região Noroeste agradece o Sr. Ailton Barros, da "Corrente Socialista Compromisso e Luta" pela contribuição. As reflexões contidas nesta mensagem serão encaminhadas para o Grupo de Trabalho da Comissão de Transportes e Infra-Estrutura Urbana da Tribuna, que foi designada a receber sugestões, sistematizar dados e propor uma minuta à Coordenação Executiva para a Carta da Tribuna Democrática: um olhar da sociedade civil sobre a região noroeste da Cidade de São Paulo.
Att,
TRIBUNA DEMOCRÁTICA DE OPINIÃO POLÍTICA DA REGIÃO NOROESTE DA CAPITAL/SP.
Por Ailton Barros
Ao debruçarmo-nos sobre o parapeito das janelas de nossas casas, deparamo-nos com um emaranhado de arranha-céus que desnudam uma complexa paisagem suburbana, denunciando o rápido desenvolvimento obtido pela Região Noroeste na última década.
Porém, esse desenvolvimento que não ocorreu expontâneamente, sendo fruto da luta das entidades e movimentos sociais com atuação na região, se deu de forma desordenada, sem planejamento, criando algumas ilhas de Excelência e inúmeros bolsões de miséria.
Ocorre que a Região Noroeste tem infra-estrutura instalada prevista para receber um crescimento e desenvolvimento horizontal e não um crescimento vertical como o que tem ocorrido mais recentemente.
É preciso corrigir e reordenar de forma planejada as ações e intervenções urbanísticas realizadas e as que vierem a ocorrer, objetivando garantir a instalação da infra-estrutura necessária, afim de evitar um colapso com forte impacto ambiental, como o que hoje já vêm acontecendo com o estrangulamento do sistema viário regional.
Estão sendo previstas intervenções urbanas de vulto na Região Noroeste como a implantação da Linha 6 e 16 do Metrô, respectivamente São Joaquim/Brasilândia e (Lapa/Cachoeirinha); a construção do Pólo de Eventos de Pirituba e a implantação do eixo norte do Rodoanel, que num olhar futurista vão proporcionar grandes modificações no seu desenvolvimento, o que por si só, faz por merecer seja implantada uma Operação Urbana Noroeste afim de essas intervenções sejam planejadas dentro de uma visão de cidade.
A Tribuna Democrática através dos integrantes da sua Comissão de Política Urbana participou de todas as plenárias relativas à discussão da revisão do Plano Diretor Estratégico realizadas em nossa região.
No geral essas audiências públicas foram muito concorridas, tendo uma expressiva participação de entidades e lideranças regionais, onde foram apresentadas diversas propostas relativas à implementação de políticas públicas para a nossa região.
As propostas de cunho mais abrangente apresentadas foram a implantação de via expressa ligando a diagonal oeste/norte da Avenida Rimundo Pereira de Magalhães à Avenida Braz Leme; a duplicação da Avenida Deputado Cantídio Sampaio; a extensão da Avenida Inajar de Souza até a confluência com trecho norte do Rodoanel; implantação do Terminal de Ônibus Brasilândia; revitalização e readequação do viário na confluência da Avenida João Paulo I com a Avenida Itaberaba; Construção do Hospital Municipal de Perus.
Uma questão bastante discutida e muito salientada em todas as audiências públicas foi a manutenção das 4 (quatro) Macroáreas constantes do atual Plano Diretor vigente acrescida da Macroárea de Proteção Ambiental.
No entendimento da Tribuna Democrática, a atual divisão do território em Macroáreas permite uma melhor divisão territorial do espaço físico, facilitando obter uma melhor radiografia do território, a saber: Macroárea de Urbanização Consolidada ( áreas onde deve ser feita apenas manutenção); Macroárea de Urbanização em Consolidação (áreas onde deve ser feitas intervenções pontuais); Macroárea de Urbanização e Qualificação (áreas onde deve ser feita intervenção urbana global); Macroárea de Reestruturação e Qualificação (áreas degradadas que devem ser intervenção especial de modo que sejam revitalizadas); Macroárea de Proteção Ambiental (área de contenção da expansão urbana afim de garantir a preservação dos mananciais).
Para finalizar não podemos deixar de lado os problemas sociais que já avultam na região como o crescimento desmedido da especulação imobiliária que ameaça expulsar parte dessa população que deveria se beneficiar dos melhoramentos que estão sendo implantados e do crescente número de moradores em situação de rua, o que nos obriga a ter um olhar para essas questões que devem ser tratadas com o cuidado que elas merecem, pois o desenvolvimento da nossa região pressupõe inclusão e não exclusão.
A Tribuna Democrática de Opinião Política da Região Noroeste agradece o Sr. Ailton Barros, da "Corrente Socialista Compromisso e Luta" pela contribuição. As reflexões contidas nesta mensagem serão encaminhadas para o Grupo de Trabalho da Comissão de Transportes e Infra-Estrutura Urbana da Tribuna, que foi designada a receber sugestões, sistematizar dados e propor uma minuta à Coordenação Executiva para a Carta da Tribuna Democrática: um olhar da sociedade civil sobre a região noroeste da Cidade de São Paulo.
Att,
TRIBUNA DEMOCRÁTICA DE OPINIÃO POLÍTICA DA REGIÃO NOROESTE DA CAPITAL/SP.
domingo, 20 de junho de 2010
VULNERABILIDADE CLIMÁTICA DE SÃO PAULO AFETARÁ A REGIÃO NOROESTE
Está pronto o Relatório "Vulnerabilidade das Megacidades Brasileiras às Mudanças Climáticas: Região Metropolitana, São Paulo". O estudo foi realizado pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) em conjunto com a UNICAMP. No estudo foi mapeado a hipótese de uma duplicação da mancha urbana até 2030, possibilitando identificar supostas áreas com maior risco de enchentes e deslizamentos de terras.
Numa comparação de dados, constatou-se que até 1930 ocorriam chuvas pesadas com mais de 50 litros d'água por metro quadrado apenas uma única vez no ano. Mas atualmente a frequência dessas chuvas tem ocorrido, em média, à cada três meses durante o ano.
Com base no Relatório, pesquisadores cruzaram estimativas de aumento de construções em áreas com declives e concluíram que, nos próximos 20 anos, pode aumentar a ocupação das áreas de risco na Cidade de São Paulo.
Chama a atenção de todos nós e em especial, supomos, das nossas autoridades administrativas, essa previsão indicativa de menor intervalo entre chuvas pesadas, despejando nos próximos 20 anos, toneladas de metros cúbicos sobre a Cidade. Impermeabilizada com tanto asfaltamento e lajes, paralela à estimativa de crescimento da ocupação de áreas de risco na Cidade, não precisaremos de muita esforço para imaginar que vem aí muitas enchentes.
A questão climática é um assunto sério e preocupante que deve demandar a atenção especial de todos nós. Na nossa região, por exemplo, as enchentes e os deslizamentos de terras em algumas áreas de risco são frequentes todos os anos. A expectativa de intensificação das chuvas e de aumento da ocupação de áreas de risco na Cidade deve servir para ficarmos em alerta permanente.
Postado por
Paulo César Ferreira de Oliveira
Coordenador Geral da Comissão Executiva
TRIBUNA DEMOCRÁTICA DE OPINIÃO POLÍTICA
Numa comparação de dados, constatou-se que até 1930 ocorriam chuvas pesadas com mais de 50 litros d'água por metro quadrado apenas uma única vez no ano. Mas atualmente a frequência dessas chuvas tem ocorrido, em média, à cada três meses durante o ano.
Com base no Relatório, pesquisadores cruzaram estimativas de aumento de construções em áreas com declives e concluíram que, nos próximos 20 anos, pode aumentar a ocupação das áreas de risco na Cidade de São Paulo.
Chama a atenção de todos nós e em especial, supomos, das nossas autoridades administrativas, essa previsão indicativa de menor intervalo entre chuvas pesadas, despejando nos próximos 20 anos, toneladas de metros cúbicos sobre a Cidade. Impermeabilizada com tanto asfaltamento e lajes, paralela à estimativa de crescimento da ocupação de áreas de risco na Cidade, não precisaremos de muita esforço para imaginar que vem aí muitas enchentes.
A questão climática é um assunto sério e preocupante que deve demandar a atenção especial de todos nós. Na nossa região, por exemplo, as enchentes e os deslizamentos de terras em algumas áreas de risco são frequentes todos os anos. A expectativa de intensificação das chuvas e de aumento da ocupação de áreas de risco na Cidade deve servir para ficarmos em alerta permanente.
Postado por
Paulo César Ferreira de Oliveira
Coordenador Geral da Comissão Executiva
TRIBUNA DEMOCRÁTICA DE OPINIÃO POLÍTICA
Marcadores:
Brasilândia,
Casa Verde,
enchentes,
Freguesia do Ó,
Mudança climática,
Perus,
Pirituba,
Vila Nova Cahoeirinha
segunda-feira, 14 de junho de 2010
CONVITE DO GRUPO DE TRABALHO DA COMISSÃO DE TRANSPORTES
Conforme o discutido e deliberado na Assembléia Geral Ordinária realizada no dia 29 de Maio do corrente, convidamos a população para participarem da reunião do Grupo de trabalho da Comissão de Infra-Estrutura e Transportes a realizar- se
Dia: 19 de Junho de 2.010 (Sábado)
Horário: 10h00 às 13h00 horas
Local: Associação Bandeirantes – Rua Itaiquara, n° 155
Ponto de Ref. Travessa da Av. Itaberaba, em frente às Pernambucanas.
ASSUNTO CENTRAL
Reflexição sobre a nova etapa dos planos do Metro, referentes linhas 6 e 16, visando extrair nessa reunião de trabalho um parecer crítico da sociedade civil para construção de uma Carta da Tribuna Democrática sobre a matéria.
ASSUNTO LATERAL CORRESPONDENTE
Analisar se o processo crescente de verticalização na região, entusiasmado pela expectativa das obras do Metrô, antecede infra-infra-estrutura capaz de suportar o seu impacto urbano e ambiental.
ASSUNTO CORRELATO DEPENDENTE
• Terminal de ônibus Brasilândia – como está o andamento no contexto do projeto do Metrô?
OBJETIVO DO GT
Elaborar um documento de alerta - Carta da Tribuna Democrática - delimitando a importância, as dúvidas e possíveis riscos sociais, econômicos e políticos que possam rodiar o projeto do Metrô na região.
MÉTODO
Diagnóstico – Diretrizes – Metas - Impáctos
ESTRUTURA PREVISTA
Sala - Cadeiras - Papel Sulfite - Canetas
Dia: 19 de Junho de 2.010 (Sábado)
Horário: 10h00 às 13h00 horas
Local: Associação Bandeirantes – Rua Itaiquara, n° 155
Ponto de Ref. Travessa da Av. Itaberaba, em frente às Pernambucanas.
ASSUNTO CENTRAL
Reflexição sobre a nova etapa dos planos do Metro, referentes linhas 6 e 16, visando extrair nessa reunião de trabalho um parecer crítico da sociedade civil para construção de uma Carta da Tribuna Democrática sobre a matéria.
ASSUNTO LATERAL CORRESPONDENTE
Analisar se o processo crescente de verticalização na região, entusiasmado pela expectativa das obras do Metrô, antecede infra-infra-estrutura capaz de suportar o seu impacto urbano e ambiental.
ASSUNTO CORRELATO DEPENDENTE
• Terminal de ônibus Brasilândia – como está o andamento no contexto do projeto do Metrô?
OBJETIVO DO GT
Elaborar um documento de alerta - Carta da Tribuna Democrática - delimitando a importância, as dúvidas e possíveis riscos sociais, econômicos e políticos que possam rodiar o projeto do Metrô na região.
MÉTODO
Diagnóstico – Diretrizes – Metas - Impáctos
ESTRUTURA PREVISTA
Sala - Cadeiras - Papel Sulfite - Canetas
quarta-feira, 8 de julho de 2009
Ata da plenária de 04 de julho de 2009
ATA DA ASSEMBLÉIA GERAL ORDINÁRIA DA TRIBUNA DEMOCRÁTICA DE OPINIÃO E AÇÃO POLÍTICA DA REGIÃO NOROESTE REALIZADA NO DIA 04 DE JULHO DE 2009, ÁS 10 HORAS DA MANHÃ, NA RUA CORDEIRO DA SILVA, Nº 185, PARADA DE TAÍPAS, NAS DEPENDÊNCIAS DO COLÉGIO PRIGULE
Aos quatro dias do mês de julho do ano de dois mil e nove, às 10 horas da manhã, à rua Cordeiro da Silva, nº 185 –Parada de Taipas, nas dependências do Colégio Prigule, reuniram-se os representantes de entidades e movimentos, constantes da lista de presença com as respectivas assinaturas no livro competente. Assumindo a condução dos trabalhos, inicialmente o senhor Paulo César Ferreira de Oliveira, convidou a mim, Ailton Barros, secretário da Coordenação Geral Executiva, para compor a direção dos trabalhos. Imediatamente após leu a ordem do dia a ser debatida na data de hoje constante da seguinte pauta: Abertura: análise síntese da política internacional e nacional; 2) – informes – a) – leitura da ata da assembléia anterior realizada no dia 06 de junho de 2009; b)- breve relato sobre o relatório técnico e político referente à demanda apresentada pelo movimento Portal dos Bandeirantes; c)- informes do plenário; d) – pedidos de esclarecimentos; 3)-apresentação dos relatórios das comissões temáticas pelos respectivos coordenadores ou integrantes; 4)- apresentação das deliberações da comissão de transportes, para apresentar a proposta de lançamento de uma ampla campanha pela agilização do plano do Metrô Freguesia/Cachoeirinha/Brasilândia, incluindo um cronograma do governo estadual indicando concretamente o início das obras e sua previsão de conclusão; 5)- abertura da palavra ao plenário para uso da Tribuna Democrática com apresentação de demandas de políticas locais e regionais; 6)-encaminhamentos finais: a)-informe sobre a data da próxima assembléia e local; b) – resumo das deliberações do dia; 7) –Encerramento. Terminada a fala inicial do senhor Presidente, no qual fez uma síntese do atual momento político nacional e internacional, solicitou imediatamente após ao senhor secretário Ailton Barros, que lesse a ata da Assembléia Geral Ordinária anterior realizada no dia 06 de junho do corrente. Lida a ata em toda a sua íntegra, foi a mesma aprovada, com algumas alterações relativas a inclusão dos seguintes fatos ocorridos nessa assembléia e não constantes da ata: A constituição da Comissão de Estudos da questão da Educação e da Criança e do Adolescente, cujo coordenador ficou sendo o senhor José Ferreira de Magalhães da Associação Bandeirantes de Ensino Profissionalizante; a inclusão dos nomes dos senhores Quintino José Viana e Dr. Jorge Luiz Bezerra para comporem à Comissão de Estudo da questão da Saúde e do Meio Ambiente; a inclusão do nome do senhor Jayme Pereira da Silva integrar a Comissão de Transportes, Infra-estrutura e Sistema Viário. A seguir o presidente senhor Paulo César Ferreira de Oliveira, fez um breve relato sobre o relatório técnico e político referente à demanda apresentada pelo Movimento Portal dos Bandeirantes, no que foi complementado pela arquiteta e urbanista Helena Werneck. Imediatamente após abriu a palavra para informes do plenário. Terminado os informes o senhor presidente solicitou a apresentação dos relatórios das comissões temáticas. Foram apresentados dois relatórios, o da Comissão de Transportes apresentado pelo Professor João Motta e o da Comissão de Comunicação, apresentado pelo Jornalista Waldir dos Santos, cujos textos foram lidos e encaminhados na forma de cópia ao senhor secretário para que fosse arquivado nos anais da Tribuna Democrática. Foi também apresentado ao plenário a proposta da Comissão de Transportes no sentido de desencadear o lançamento de uma ampla campanha pela agilização do plano Metrô Freguesia / Brasilândia /Cachoeirinha, incluindo o cronograma do governo estadual indicando concretamente o início das obras e sua previsão de conclusão. Foi passado aos presentes cópias do texto do manifesto, bem como, de listas de apoio e adesão à campanha de entidades, movimentos e personalidades com atuação na região noroeste da cidade de São Paulo. A seguir foi aberta a palavra ao plenário para apresentação de demandas de políticas locais e regionais. Foi apresentada pelo senhor Osvaldo, coordenador do movimento pela regularização de um loteamento no Parque de Taipas, demanda relativa à luta pela regularização desse loteamento junto ao departamento do Resolo da Secretaria de Habitação, no que foi imediatamente encampada pela Tribuna Democrática. A seguir a doutora Regina Jasa do Movimento Portal dos Bandeirantes falou sobre as conclusões do relatório e sobre a continuação da luta pela preservação das áreas de proteção ambiental através de um abaixo assinado. Concluída as intervenções do plenário, o senhor Presidente, fez um breve resumo das deliberações do dia e apontou a data de 22 de agosto como o dia da realização da próxima assembléia geral ordinária, com local a ser ainda definido que deverá ser comunicado a todos. Terminada a assembléia, o senhor Presidente disse da conveniência de ser marcada uma reunião da Comissão Executiva ampliada em data a ser confirmada brevemente e também comunicada a todos. Nada mais tendo sido tratado ou discutido, deu o senhor Presidente por encerrada a presente assembléia, que vai por mim Ailton Barros, secretário e pelo senhor Presidente devidamente assinada.
Paulo César Ferreira de Oliveira
Presidente
Ailton Barros
Secretário
domingo, 7 de junho de 2009
Intenções e propósitos da Tribuna Democrática de Opinião e Ação Política da Região Noroeste Paulistana
1. Contexto mundial: crise econômica mundial, crise da auto-regulação do Mercado, falência temporal da cartilha econômica neoliberal. Retorno à idéia de Estado planejador, centralizador e investidor, principalmente nos EUA, na Europa Ocidental, na Ásia e na América do Sul;
2. Propósito conjuntural da TDN: A Tribuna deverá se constituir numa ferramenta de opinião política da Sociedade Civil da região Noroeste, para somar esforços visando procurar saídas positivas a partir da nova configuração política mundial, que desponta com a crise econômica mundial. Os esforços serão de esperança em novas oportunidades sociais e infraestruturais para São Paulo e para a região noroeste. Tal iniciativa será muito importante, diante das contrariedades econômicas e políticas que definirão os planejamentos públicos e privados para os próximos anos, com foco na empregabilidade e controle dos níveis de pobreza;
3. Projeto da Tribuna Democrática Noroeste: valorização e fortalecimento da Democracia Direta. A TDN pretende estimular uma agenda de convergência estratégica entre iniciativas políticas, sociais e privadas na região. Entendendo que assim evitará dispersão de energias e de experiências sociais e políticas na região;
4. Princípio: A TDN não vai debruçar sobre revanches políticas, partidárias ou eleitorais. A TDN porá ênfase exclusivamente nas lutas distritais e comunitárias clamantes por políticas públicas estratégicas (coletivas e difusas), visando melhorias expansivas na qualidade de vida das pessoas;
5. Método: alteridade, horizontalidade e pluralidade no acolhimento de propostas e deliberações;
6. Foco: projetos de investimentos desenvolvimentistas, público e privado voltados para atender mais e melhor a população na região;
7. Missão: colaborar com uma politização da sociedade civil e com uma melhor sociabilização da política, pluralizando e expandindo a participação política popular.
8. Objetivos:
a. Debater e opinar sobre políticas governamentais e privadas promotoras de melhoria da qualidade de vida das famílias que residem na região noroeste;
b. Unificar setores da sociedade civil conclamando ações governamentais de estímulo desenvolvimentista, integradas e expandidas por iniciativas privadas, com responsabilidade social e sustentabilidade ambiental;
c. Planejar ações de consolidação e de expansão sustentável da empregabilidade na região;
d. Pensar e propor ações de médio e longo prazo, públicas e privadas, que possam ajudar a elevar a renda média e a capacidade de consumo de bens duráveis das famílias residentes na região noroeste;
e. Sugerir ações e medidas que consolide e expanda o mercado (indústria, comércio e serviço) na região, através de investimentos infraestruturais públicos ou privados, de pequeno, médio ou grande porte;
f. Juntar esforços para acumular força e direcionamento expansivo entre cooperações e parcerias, nas três esferas governamentais, e/ou em parcerias com a iniciativa privada e com o terceiro setor;
g. Acolher, debater e aprovar uma agenda de lutas em prol da melhoria da qualidade de vida das pessoas, dos negócios dos micro-empregadores, dos interesses das entidades religiosas e filantrópicas, das plataformas dos movimentos sociais, sindicatos de trabalhadores, da garantia dos atendimentos públicos, etc. existentes na região noroeste.
Viva São Paulo! Viva a nossa região noroeste! Sucesso para a Tribuna Democrática de Opinião e Ação Política da Região Noroeste!
Assinar:
Postagens (Atom)